Em entrevista a jornalistas após a notificação, o primeiro-secretário da Casa, deputado Batista das Cooperativas (PRP), relatou que Arruda não reagiu à notificação, feita à revelia, com a presença de dois agentes da Polícia Federal como testemunhas do ato.
Arruda está preso desde 11 de fevereiro, na Superintendência da Polícia Federal, por suspeita de ter obstruído uma investigação sobre pagamento de propinas no governo do Distrito Federal em que estaria envolvido. Este é o primeiro caso em que um governante em exercício é preso.
Segundo o deputado, o governador está "em um estado deplorável" devido ao quadro avançado de diabetes. Batista também criticou o tratamento concedido a Arruda durante avaliação médica feita em um hospital particular na manhã desta segunda-feira, sob a escolta de agentes da Polícia Federal. Disse ainda que "teme pela saúde e pela vida do governador", segundo a Reuters
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