lberto Hiar, o Turco Loco, proprietário da marca paulistana Cavalera, foi o palestrante no Meeting de Marketing da Federasul, nesta quinta-feira. Cavalera nasceu em 1995 da parceria entre o então deputado estadual pelo PSDB Alberto Hiar, o "Turco Loco", e o baterista da banda Sepultura, Igor Cavalera, que posteriormente abandonou a empresa. e vendeu sua parte para Hiar. Ele conta que iniciou a carreira como comerciante de roupas no Brás, tradicional bairro lojista de São Paulo, e já era bastante conhecido entre a juventude paulistana por conta de sua ligação com a Vision Streetwear, marca popular de surfwear. Hiar comenta que o nome Cavalera foi mantido e é uma das tradutoras do universo pop no Brasil. Segundo Hiar, o carro-chefe são as camisetas, sempre com estampas bem humoradas, que fazem gozações com quem quer que seja indistintamente. Uma das criações, por exemplo, foi uma camiseta com o logo "Disney War", que associava a invasão do Iraque à Disney World. Ele cita a MCDonald que lhe rendeu processos. Também faz camisetas com compositores da música brasileira. Na edição de Inverno 2001 do São Paulo Fashion Week a Cavalera foi convidada a desfilar pela primeira vez no Calendário Oficial da Moda. A Cavalera possui lojas em São Paulo e Rio de Janeiro, além de cerca de 600 pontos de vendas em multimarcas no Brasil. As roupas da marca podem ser encontradas na Argentina, Japão e Holanda. Em 2004, a Cavalera lançou um jeans comemorativo de seus 10 anos inspirado no funk carioca e contratou a funkeira Tati Quebra-Barraco como garota-propaganda. Questionado durante coletiva de imprensa sobre a moda na política, Hiar disse que política é a coisa mais cafona do mundo. Se fosse um produto, ficaria por muito tempo na prateleira. Para o empresário, político elegante deve ser ético e tenha uma visão de futuro. Ao invés de construir hospitais, deveria não deixar as pessoas não ficarem doentes, criando métodos de prevenção, observa. Para ele, moda é uma coisa muito importante. Tem a questão autoral, tem a pesquisa. Ele exemplifica que se leva seis meses para fazer um desfile, que dura apenas 15 minutos. (VR). Foto: Federasul
Dono da marca paulistana Cavalera é palestrante na Federasul
lberto Hiar, o Turco Loco, proprietário da marca paulistana Cavalera, foi o palestrante no Meeting de Marketing da Federasul, nesta quinta-feira. Cavalera nasceu em 1995 da parceria entre o então deputado estadual pelo PSDB Alberto Hiar, o "Turco Loco", e o baterista da banda Sepultura, Igor Cavalera, que posteriormente abandonou a empresa. e vendeu sua parte para Hiar. Ele conta que iniciou a carreira como comerciante de roupas no Brás, tradicional bairro lojista de São Paulo, e já era bastante conhecido entre a juventude paulistana por conta de sua ligação com a Vision Streetwear, marca popular de surfwear. Hiar comenta que o nome Cavalera foi mantido e é uma das tradutoras do universo pop no Brasil. Segundo Hiar, o carro-chefe são as camisetas, sempre com estampas bem humoradas, que fazem gozações com quem quer que seja indistintamente. Uma das criações, por exemplo, foi uma camiseta com o logo "Disney War", que associava a invasão do Iraque à Disney World. Ele cita a MCDonald que lhe rendeu processos. Também faz camisetas com compositores da música brasileira. Na edição de Inverno 2001 do São Paulo Fashion Week a Cavalera foi convidada a desfilar pela primeira vez no Calendário Oficial da Moda. A Cavalera possui lojas em São Paulo e Rio de Janeiro, além de cerca de 600 pontos de vendas em multimarcas no Brasil. As roupas da marca podem ser encontradas na Argentina, Japão e Holanda. Em 2004, a Cavalera lançou um jeans comemorativo de seus 10 anos inspirado no funk carioca e contratou a funkeira Tati Quebra-Barraco como garota-propaganda. Questionado durante coletiva de imprensa sobre a moda na política, Hiar disse que política é a coisa mais cafona do mundo. Se fosse um produto, ficaria por muito tempo na prateleira. Para o empresário, político elegante deve ser ético e tenha uma visão de futuro. Ao invés de construir hospitais, deveria não deixar as pessoas não ficarem doentes, criando métodos de prevenção, observa. Para ele, moda é uma coisa muito importante. Tem a questão autoral, tem a pesquisa. Ele exemplifica que se leva seis meses para fazer um desfile, que dura apenas 15 minutos. (VR). Foto: Federasul
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