
Apesar das dificuldades que a economia gaúcha vem enfrentando, salientou Tigre, há muitas razões para apostar na sua recuperação em 2010 e no seu protagonismo, que no passado já tornara o Rio Grande do Sul um dos polos econômicos dinâmicos do Brasil. - Estamos pensando no longo prazo e agindo no curto prazo para transformar o Estado no principal eixo de uma nova matriz industrial brasileira. A Nova Economia gaúcha, que já estamos vendo nascer, depois de muito trabalho e articulação da iniciativa privada e dos governos estadual e federal, passará pela bioenergia, florestas industriais, microeletrônica, etanol e pelos polos naval, alcoolquímica e laticínios -, disse Tigre, lembrando de ferramentas importantes para este processo e conquistadas recentemente, como a Lei de Inovação. Outro ponto-chave, salientou, é pensar a educação como um dos pilares de sustentação da competitividade. Foto: FÁBIO BERRIEL
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