
Já no cenário global, com déficits orçamentários históricos e dívidas elevadas, o maior desafio para o governo das principais economias desenvolvidas será promover, no futuro, tanto a austeridade fiscal quanto o ajuste da política monetária, sem comprometer o crescimento econômico, observa o presidente da Fiergs, Paulo Tigre. No caso do mercado de trabalho dos Estados Unidos, Reino Unido, Japão e na Zona do Euro, ainda há uma dinâmica fraca e a taxa de desemprego elevada limita a capacidade de recuperação da demanda. Além disso, o mercado de crédito não voltou aos patamares pré-crise. Nesse sentido, a discussão sobre o momento certo de retirada dos incentivos fiscais e monetários tornou-se tão importante quanto a decisão de sua implementação. E essa será a principal herança para 2010, completa o presidente Tigre. Foto; FÁBIO BERRIEL
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