57 anos da morte de Josef Stalin


Nos últimos anos da Rússia czarista, entre 1905 e 1917, Stalin foi membro do partido bolchevista. Lênin o havia escolhido para ingressar no Comitê Central dos Bolchevistas, em 1912. Escreveu, nesse período, "O Marxismo e a Questão da Nacionalidade". Após a Revolução Russa, voltou para São Petersburgo, onde escreveu artigos para o jornal Pravda. Entre 1919 e 1922, foi Comissário do Controle do Estado e, em 1922, tornou-se Secretário Geral do Partido, iniciando aí uma era de hegemonia política. Nos anos 1930, instaurou um regime de terror. Acabou com as liberdades individuais e criou uma estrutura policial e militar de combate os inimigos do regime. Instituiu punições que incluíam expurgos, trabalhos forçados e assassinatos. Calcula-se que Stalin tenha sido responsável pela morte de 12 milhões de pessoas que se opunham ao seu poder, segundo dados históricos. Josef Stalin assinou um pacto de não agressão com Adolf Hitler em 1939. No entanto, com a invasão da União Soviética pelas tropas alemãs, acabou aliando-se ao Reino Unido e aos Estados Unidos. Em 1945, houve o famoso encontro de Postdam, próximo a Berlim, onde Harry Truman, Winston Churchill e Josef Stalin traçaram os rumos da nova geopolítica mundial. No pós-guerra, Stalin estabeleceu a hegemonia soviética na Europa do Leste, com o domínio da República Democrática Alemã, a Tchecoslováquia e a Romênia, elevando o bloco soviético à condição de superpotência. Josef Stalin morreu em 1953, após permanecer 25 anos no poder, segundo alguns livros que consultei. Foto: Reprodução/EI
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