Fogaça fala na reunião-almoço do IBEF e Associação dos Bancos


Conquistar a sustentabilidade financeira do Estado e, com isso, garantir recursos para investir, ano após ano, na melhoria da prestação de serviços como Saúde, Segurança e Educação é o grande desafio para o governo gaúcho na opinião do candidato ao Palácio Piratini pela coligação Juntos pelo Rio Grande (PMDB-PDT-PTN-PSDC), José Fogaça. A proposta foi apresentada pelo peemedebista, nesta segunda-feira (12), a cerca de 150 pessoas que participaram da reunião-almoço promovida pelo Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros (IBEF) e pela Associação de Bancos (Asbancos), na sede da Federasul, em Porto Alegre, para discussão de um novo modelo de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul. Segundo Fogaça, o Rio Grande do Sul passa por um momento financeiro aparentemente favorável, como resultado de um patrimônio de esforços de governos anteriores. Entretanto, segundo ele, o déficit zero é estático e a parte mais importante da tarefa (a sustentabilidade) não foi cumprida. "Com o empréstimo no BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento], projetado no Governo Rigotto, trocamos uma dívida cara por uma mais barata. Já a venda das ações do Banrisul [no atual governo] gerou R$ 1 bilhão, mas a maior parte desse valor foi destinada para a construção de estradas. Ou seja, o ativo financeiro foi torrado", argumentou. Para o ex-prefeito de Porto Alegre, as duas ações são passageiras e não garantem futuros investimentos. "A casa tem que estar arrumada para os próximos anos, e não apenas para um período de 12 a 24 meses", sustentou. No seu entendimento, o Banrisul é fundamental nos projetos de desenvolvimento do Estado. Fogaça afirmou que os serviços públicos estão depauperados e que a recuperação do setor depende da qualificação do servidor e da aplicação de novas tecnologias de informação. Como exemplo, citou a deficiência de contingente policial e a precariedade dos atendimentos de Saúde. Seu projeto de governo para esta área prevê ações de redução da mortalidade infantil, multiplicação de equipes do Programa Saúde da Família (PSF) e apoio aos hospitais comunitários, municipais e regionais de alta e média complexidades. "A saúde não pode mais ficar em segundo plano", frisou. Foto:Nabor Goulart

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