O tribunal de Manhatan negou o pagamento de fiança de US$ 1 milhão proposto pela defesa, que ainda garantiu a permanência do chefe do FMI em Nova York. Ele deve voltar a se apresentar na próxima sexta-feira, dia 20.
Os promotores do caso pediram que Strauss-Kahn continuasse sob custódia pela preocupação de que ele possa fugir para a França caso seja solto. O político é alvo de quatro acusações por três crimes: abuso sexual, tentativa de estupro e cárcere privado. Foto: Reprodução/EI
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