Diretor Corporativo e de relações com investidores das Empresas Randon, Astor Schmitt é palestrante na Federasul

Muito aplaudido, o diretor corporativo e de relações com investidores das Empresas Randon, Astor Scmitt, foi o palestrante desta quarta-feira na Federasul. O dirigente observa que o momento é complicado na economia, com retraída, com a seca e nossa indústria perdendo espaço com os respingos da crise na Europa. - O que resta é nós brasileiros decidirmos a velocidade desta viagem: Aceitar um crescimento de 3% a 4% ao ano, ou continuar protelando nossos desafios-, foi taxativo. Observou ainda da necessidade  de encarar nossos desafios e elevar as prioridades de expansão em nível de 6% a 8% ao ano. - A escolha é nossa como brasileiros. Cada um fazendo a sua parte -, questionou.
O diretor da Randon observou também, que no Mercosul, o momento é complicado e polêmico. Segundo ele, este é o segundo mercado sul-americano para veículos comerciais. - Qualquer empresa que quer jogar no plano internacional, não pode ignorar a Argentina. As restrições de lá, acabaram afetando as exportações brasileiras-, diz.
Astor Schmitt disse que tem 46 anos de militância no segmento industrial, na fabricação de veículos ferroviários e rodoviários, na fabricação de reboques e semi-reboques. - Nesses 46 anos, enfrentamos todo tipo de conjuntura como crises mundias cíclicas e sucessivas. Ele informou ainda que a Randon é líder no 4o. maior mercado de veículos comerciais do mundo. Está entre os cinco maiores produtores globais de veículos, sendo líder brasileiro em todos os tipos de autopeças que fabrica. A Randon tem 63 anos de atividades e conta com 12 mil funcionários. A empresa conta com 16 unidades industriais em Caxias do Sul, outras oito em São Paulo, Chapecó (SC), Santa Fé (Argentina), Alabama (EUA), China, Nairóbi (Àfrica), Egito e Argentina. A Empresa conta também com uma indústria diversificada e um setor de serviços em expansão. Ele acredita que a economia brasileira deverá começar a retornar, progressivamente, à normalidade, mas observou que ainda é difícil indicar o ritmo desta recuperação. Schmitt reitera ainda a necessidade urgente de uma reforma fiscal, trabalhista e tributária, a revisão do sistema previdenciário, além da urgência em resolver as questões ligadas à infraestrutura para o aumento de competitividade no país e no exterior. Muitos empresários, autoridades e amigos compareceram à palestra, entre eles, a ex-governadora Yeda Crusius. (VALÉRIA  REIS). Foto: Ivan Andrade


  

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