Segundo
Fernando Rutz, o setor não pode ficar com a imagem de que está
produzindo, de forma irresponsável, alimento para os consumidores
brasileiros e de outros países. “Desde
que a produção intensiva de aves teve seu início, ainda na década de
60, os empresários e os técnicos do setor têm convivido com a avaliação,
geralmente de leigos, de que estas aves, para serem produzidas,
necessitam da adição de hormônios em suas dietas. Porém, muitas das
vezes essas considerações têm sido feitas por médicos e nutricionistas
para humanos. Esta constatação é absurda e compromete o setor, que fica
obrigado a justificar-se, quando na verdade não há qualquer razão para
tal, uma vez que a avicultura brasileira e mundial não usa deste
expediente para favorecer o desempenho das aves”, pondera o professor. “No Brasil, o emprego dessas substâncias em aves é formalmente proibido pelo Ministério da Agricultura”, conclui.
Além do 23º Congresso Brasileiro de Avicultura, que terá como tema “Valor agregado: novos caminhos para a inovação avícola”, o SIAV, que é organizado pela União Brasileira de Avicultura (UBABEF), vai somar em sua programação a maior feira do setor, com representantes de todos os players
do segmento. Serão mais de 100 empresas expositoras das áreas de
equipamentos, laboratórios, rações, certificadoras, logística,
agroindústrias produtoras e exportadoras, entre outras, que estarão
presentes na maior exposição comercial do setor avícola em 2013.
0 comentários:
Postar um comentário