Militantes lançaram a partir de Gaza 50 foguetes em
direção ao sul de Israel, e continuavam lançando outros, indicou uma
fonte de segurança israelense à AFP nesta quarta-feira.
"Já
passaram de 50 e continuam disparando", declarou esta fonte à AFP,
enquanto dezenas de milhares de pessoas que vivem no sul de Israel
estavam buscando refúgio para se proteger do bombardeio.A salva de disparos do movimento radical palestino Jihad Islamica é a mais importante em dois anos, em represália pela morte na terça-feira de três de seus combatentes em um ataque israelense.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu continuar "atacando quem nos quer fazer mal, nós agiremos contra eles com toda a força", afirmou Netanyahu, citado pelo porta-voz Ofir Gendelman em seu Twitter.
Mais de 50 foguetes foram lançados em direção ao sul de Israel, segundo o exército israelense, que destacou que se trata do "maior ataque contra Israel desde a operação Pilar de Defesa" (14-21 de novembro de 2012).
Três foguetes foram interceptados pelo sistema de defesa antimísseis Iron Dome, afirmou o exército israelense.
Milhares de israelenses que vivem na região precisaram se refugiar em locais protegidos, segundo a mesma fonte. Não há informações sobre feridos até o momento.
"As Brigadas Al-Qods responderam à agressão com uma salva de foguetes", afirmou em um comunicado o braço armado da Jihad Islâmica, as Brigadas Al-Qods, que tiveram três de seus membros mortos na terça-feira em um ataque aéreo israelense no sul da Faixa de Gaza.
Eles morreram depois de disparar um morteiro contra tropas israelenses na fronteira.
"As Brigadas Al-Qods não renunciam à trégua (com Israel, em vigor desde novembro de 2012), mas têm direito a responder à agressão sionista no momento e no local adequados", afirmou em um comunicado seu porta-voz, Abu Ahmad. AFP
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