“Esta questão ainda está sendo discutida com o PSDB
localmente e com as bases do PMDB no Rio, mas há um desejo de apoiar a
candidatura do senador Aécio Neves e manter a coerência em referência
àquilo que nós, desde a convenção nacional do PMDB no ano passado,
definimos, que é estar em um palanque único”, disse o deputado, antes de
entrar em uma reunião dos peemedebistas da Câmara. “Há um sentimento
das bases que o país e a economia não estão bem (...). Chegou o momento
de se ter alternância de poder”, afirmou.
O PT deverá lançar a candidatura própria do senador
Lindbergh Farias (PT-RJ), enquanto o PMDB tem como nome para a sucessão
de Sérgio Cabral o vice-governador, Luiz Fernando Pezão. Para Picciani, o
apoio local a Aécio Neves permitiria ao partido não dividir palanques
com outros apoiados por Dilma Rousseff. Segundo ele, a posição de não
aceitar palanques múltiplos foi definida em convenção nacional da
legenda, no ano passado.
“No Rio, a situação está definida. O Rio não votará pela
manutenção da aliança nacionalmente e localmente há um desejo grande,
crescente, nas bases do partido, de se discutir um caminho comum de
apoio a Aécio Neves. Depende ainda de um amadurecimento, de se estreitar
mais a relação, mas o PMDB do Rio tem posição já aprovada na convenção
nacional que não aceita palanque múltiplo e com coerência, a candidatura
do senador Aécio neves permitirá o palanque exclusivo”. (Terra)
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