Nos últimos 10 anos, o Brasil investiu 2,1% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura. O número foi apresentado pelo diretor adjunto de Relações Institucionais da Andrade Gutierrez, Alexandre Barra, durante o “Tá na Mesa”, nesta quarta-feira (24/09), promovido pela Federasul. Com o tema “Concessões e PPPs: desafios e oportunidades”, o palestrante defendeu que o Governo Federal deveria reservar pelo menos 5% do PIB, equivalente a R$240 bilhões/ano para investir em rodovias, ferrovias, polos navais e aeroportos. No entanto são destinados menos da metade ou algo em torno de R$100 bilhões para o setor.
O diretor argumentou que falta infraestrutura adequada no Brasil, ao mesmo tempo, ressaltou que após a implantação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os investimentos passaram de R$19 bilhões, em 2006, para R$43 bilhões, no último ano. “Ainda não é o suficiente para atrair mais negócios e fazer a nossa economia crescer”, avaliou ao argumentar que a demanda nos aeroportos teve um crescimento médio anual de 11%. “O número de passageiros triplicou e os investimentos em modernização não aumentaram na mesma proporção”, pontuou.
Entre os maiores gargalos estão os portos, em função da demanda ter crescido 204% entre os anos de 2001 e 2013. “O Porto de Santos é o 38º maior do mundo e o investimento nele é inferior ao crescimento da demanda”, afirmou Alexandre Barra. Na oportunidade, ele também apresentou os modelos de Concessões e Parceria Público Privada (PPP), subdivididos entre comum, patrocinados e administrativos. A principal diferença é de que nas Concessões todos os riscos são assumidos pelo setor privado, enquanto nas PPPs estes são compartilhados entre o setor público e privado.
Barra ainda informou que no Brasil existem 200 projetos de PPPs em andamento, 26% dos quais já assinados. No Rio Grande do Sul existem cinco intenções nas áreas de segurança pública, saneamento básico, transporte e logística. No Brasil, as principais concessões estão nas áreas de gás, petróleo e aeroportos. A grande expectativa da Andrade Gutierrez para 2015 está nas concessões ferroviárias. Federasul/Foto: Ivan Andrade
O diretor argumentou que falta infraestrutura adequada no Brasil, ao mesmo tempo, ressaltou que após a implantação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os investimentos passaram de R$19 bilhões, em 2006, para R$43 bilhões, no último ano. “Ainda não é o suficiente para atrair mais negócios e fazer a nossa economia crescer”, avaliou ao argumentar que a demanda nos aeroportos teve um crescimento médio anual de 11%. “O número de passageiros triplicou e os investimentos em modernização não aumentaram na mesma proporção”, pontuou.
Entre os maiores gargalos estão os portos, em função da demanda ter crescido 204% entre os anos de 2001 e 2013. “O Porto de Santos é o 38º maior do mundo e o investimento nele é inferior ao crescimento da demanda”, afirmou Alexandre Barra. Na oportunidade, ele também apresentou os modelos de Concessões e Parceria Público Privada (PPP), subdivididos entre comum, patrocinados e administrativos. A principal diferença é de que nas Concessões todos os riscos são assumidos pelo setor privado, enquanto nas PPPs estes são compartilhados entre o setor público e privado.
Barra ainda informou que no Brasil existem 200 projetos de PPPs em andamento, 26% dos quais já assinados. No Rio Grande do Sul existem cinco intenções nas áreas de segurança pública, saneamento básico, transporte e logística. No Brasil, as principais concessões estão nas áreas de gás, petróleo e aeroportos. A grande expectativa da Andrade Gutierrez para 2015 está nas concessões ferroviárias. Federasul/Foto: Ivan Andrade

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