O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acredita que 2013 é o ano da virada e no
ano que vem o crescimento da economia brasileira será maior ainda. O governo
estima um crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) a soma de todas as
riquezas produzidas no país em um ano.
“Acho 2013, foi o fundo do poço no mercado internacional. Talvez, o último
ano da crise que começou em 2008. Há fortes indícios de que há um recuperação
generalizada na economia internacional. Começando pelos Estados Unidos”, disse
Mantega.
Ele também destacou que na Europa as coisas começaram também a melhorar.
Todos estes fatores, avalia, injetaram dinamismo na economia mundial, incluindo
as economias asiáticas que se beneficiarão ainda desses reflexos.
Para ele, os principais desafios foram vencidos em 2013. “Começamos o ano
preocupados em recuperar o crescimento, que foi fraco em 2012, e também de
reduzir a pressão inflacionária, que começou forte em janeiro e fevereiro. Além,
disso queríamos ampliar as concessões e os investimentos”, disse.
Mantega destacou que a economia internacional, com sua instabilidade e baixo
crescimento, não ajudou o Brasil tanto no ano de 2013, quanto nos anos
anteriores. Segundo ele, o crescimento do PIB mundial, em 2013, será um dos
piores, ficando abaixo de 3%. “Se pegarmos a economia mundial, em 2007, a
economia mundial cresceu mais de 5%, só para compararmos a descida que a
economia mundial deu nesse período”, analisou.
Na avaliação do ministro, 2013 é o ponto da “inflexão”, embora o resultado do
final do ano não seja tão bom. Mas, na visão do ministro, já há sinais de
recuperação. Logo, informou, se chegará a um PIB mundial próximo de 4%, em
2015.
“Isso será bom para o Brasil porque temos mais mercado consumidor para
exportar e os países vizinhos logo poderão ter uma trajetória melhor, com
melhoria da nossa balança e na produção das empresas”, por exemplo. ABr
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